
COMPULSÃO ALIMENTAR
“Não é sobre comida. É sobre emoções.”
Todo mundo já exagerou em uma refeição ou beliscou além da conta. Mas a compulsão alimentar vai muito além disso. É quando a comida deixa de ser apenas prazer ou nutrição e passa a ser um escape para emoções difíceis — trazendo culpa, vergonha e um ciclo que parece impossível de parar.
Como é uma crise de compulsão alimentar?
🔹 Ingestão rápida de grandes quantidades de comida, mesmo sem fome.
🔹 Sensação de perda de controle durante o episódio.
🔹 Comer escondido, com vergonha do próprio comportamento.
🔹 Culpa, tristeza ou nojo de si mesmo após a crise.
O alívio momentâneo que a comida traz logo dá lugar ao sofrimento emocional — e, muitas vezes, a problemas físicos.
O que está por trás da compulsão alimentar?
A compulsão alimentar geralmente está ligada a ansiedade, estresse, baixa autoestima ou dificuldades em lidar com emoções. A comida vira uma forma de anestesiar sentimentos, mas o vazio emocional continua — e as crises se repetem.
Não se trata de “falta de força de vontade”. Trata-se de um transtorno que merece atenção e cuidado.
Sinais de alerta da compulsão alimentar
✔️ Comer até sentir-se desconfortavelmente cheio(a).
✔️ Episódios de ingestão rápida e em excesso.
✔️ Uso da comida como forma de lidar com emoções negativas.
✔️ Sentimento de vergonha e isolamento social por causa da alimentação.
✔️ Tentativas frustradas de controlar ou parar sozinho(a).
Existe tratamento e esperança?
A compulsão alimentar tem tratamento. Com acompanhamento psicológico, é possível identificar gatilhos emocionais, reconstruir a relação com a comida e recuperar o equilíbrio.
Você pode aprender a ouvir o seu corpo, respeitar seus limites e lidar com as emoções de maneira saudável.
✨ Se você se identificou com este texto, saiba que não está sozinho(a).
A compulsão alimentar não define quem você é — e é possível transformar essa relação.
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